Eu não tenho pais,
Faço do céu e da terra meus pais.
Eu não tenho poder divino,
Faço da honestidade a minha força.
Eu não tenho condutas,
Faço da humildade minha maneira de relacionamento.
Eu não tenho dotes mágicos,
Faço da minha força de espírito meu poder mágico.
Eu não tenho nem vida nem morte,
Faço da eternidade minha vida e minha morte.
Eu não tenho corpo,
Faço da coragem o meu corpo.
Eu não tenho olhos,
Faço do relâmpago meus olhos.
Eu não tenho ouvidos,
Faço do bon senso meus ouvidos.
Eu não tenho membros,
Faço da vivacidade meus membros.
Eu não tenho projetos,
Faço da oportunidade meus planos.
Eu não sou um prodígio,
Faço do respeito a verdadeira doutrina o meu milagre.
Eu não tenho dogmas rígidos,
Faço da adaptabilidade a todas as coisas o meu princípio.
Eu não tenho amigos,
Faço do espírito meu amigo.
Eu não tenho inimigos,
Faço da distração meu inimigo.
Eu não tenho armadura,
Faço da minha sinceridade e retidão a minha armadura.
Eu não tenho castelo fortificado para me defender,
Faço da minha sabedoria de espírito o meu castelo.
Eu não tenho espada,
Faço da minha calma e silêncio espiritual minha espada.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Samurai - aquele que serve

O SAMURAI DA ERA TOKUGAWA
Ele está em seu lar. Ele veste o kamishimo, que é o shitatare sem mangas. O estilo do cabelo, o uso do bigode, como demonstrado, também são característicos. A tela com flechas, o stand para arcos, a arma e a enorme aljava (porta flechas), todos pertencem aquele período.A tradução literal da palavra samurai é: aquele que serve. Esse termo só começou a ser utilizado com cunho militar no século X. Antes qualquer serviçal do castelo era chamado de samurai. Mais tarde se tornou um título, como o de cavaleiro na Europa, por exemplo. Assim o título era passado hereditariamente, ou concedido pelos Daimyo(senhores feudais) ou pelo próprio Xogum.
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